Dica Especial: Elogios são mais eficazes em fortalecer o comportamento desejável de sua criança se você elogiar o comportamento específico e não a criança!
CRP 07/21682 * Psicoterapia Individual e Avaliação Psicológica * Consultório Particular * Endereço: Avenida General Neto, 383, sala 202, Galeria Mazzoleni, Centro, Passo Fundo - RS. * Contato: (54) 9613-3743. * E-mail: sutomasi@gmail.com
quarta-feira, 28 de janeiro de 2015
Apego ou Vínculo? Entenda a Diferença!
Apego é o comportamento emitido pelo bebê para ativar
cuidados por parte dos responsáveis. Começa se desenvolver nos primeiros meses
de vida e se estabelece antes dos 02 anos de idade. Inicialmente, o comportamento não é dirigido
a ninguém específico. Conforme vai sendo respondido, o bebê começa criar um
laço com a pessoa (apego). É uma sensação que resulta em conforto e segurança!
Se ocorrer um apego seguro, irá gerar na criança confiança para se afastar do
cuidador e se envolver em outras atividades bem como, o tipo de apego
estabelecido irá influenciar significativamente na forma da pessoa se
relacionar no futuro. O apego pode ser seguro, inseguro ambivalente, inseguro
esquivo ou desorganizado. Alguns dos fatores que influem no tipo de apego são:
sensitividade e responsividade dos cuidadores às demandas da criança.
Vínculo
Afetivo trata-se de um relacionamento emocional e
psicológico duradouro no qual o outro é considerado importante. Pode ser
desenvolvidos nas relações com amigos, filhos, parceiros, etc.
Fonte: Intervenções e Treinamento de Pais na Clínica
Infantil – Marina G. Caminha, Renato Caminha e Cols.
sexta-feira, 23 de janeiro de 2015
segunda-feira, 29 de dezembro de 2014
sábado, 27 de dezembro de 2014
Reflexão de final de Ano!
Este vídeo é dedicado a todos aqueles que dividiram suas andanças comigo, tornando-as minhas ainda mais cheias de significado. Tim Tim, personagem do vídeo, nos ensina "que o chegar não é mais valioso que a andança. Que o encontro é precioso, é necessário."
UM FELIZ E ABENÇOADO 2015!!
Mordidas entre crianças da Educação Infantil!
Mordida: esse é
certamente um dos maiores temores de mães com filhos em berçários e/ou escolas
de Educação Infantil. Claro, ninguém gosta de ver aqueles sinais doloridos na
pele de seu filho. Mas, como qualquer um corre esse risco, é importante
entender seu significado.
À medida que cresce, e
com o surgimento dos dentes, esse processo continua, e morder também passa a
ser uma forma de interagir com o mundo, de perceber a consistência de um objeto
e também de provocar reações. Os adultos também fazem isso ao dar mordidas
carinhosas nas crianças.
Portanto, para
compreender as mordidas, é necessário levar em conta o contexto em que ocorrem.
Geralmente, estão associadas ao sentimento de contrariedade, de frustração, de
ansiedade, de raiva, de ciúmes, de busca de atenção. Praticamente, toda criança
entre um e três anos lançará mão desse recurso...
Seja qual for à causa, é importante não taxar a criança de mordedora, porque
isso vai gerar a expectativa de que ela volte a morder, o que pode realmente
resultar em mais mordidas. O melhor é tratar o fato com tranquilidade, e
mostrar à criança que o que ela faz provoca dor, machuca. E, além disso,
ensinar que existem outras formas de expressar seus sentimentos.
Baseado no texto
“Mordidas: agressividade ou aprendizagem?”,
de Ana Maria Mello e Telma Vitória
de Ana Maria Mello e Telma Vitória
domingo, 21 de dezembro de 2014
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